19 de jul de 2017

Brazil Economic Report May 2017

         A dívida pública líquida do Brasil teve um aumento médio de 1,25% ao mês, nos primeiros cinco meses de 2017. O aumento foi de 182 bilhões e 226 milhões de reais de janeiro até maio, com a dívida líquida ficando em 3 trilhões, 75 bilhões e 139 milhões de reais (48,1% do PIB) no mês 05/2017.  
                A dívida bruta do governo geral do País teve aumento de médio 1,17% ao mês, nos 5 primeiros meses do ano e passou a somar 4.633,517 bilhões de reais (72,5% do PIB). A dívida externa é de 224,861 bilhões (3,5% do PIB). Já a interna soma 4.408,656 bilhões de reais (69% do PIB). Em valores reais a dívida bruta aumentou 255,031 bilhões de reais, com uma diferença de 72,8 bilhões para mais que a dívida líquida.  
          O PIB do País ficou em 6.387,437 bilhões de Reais e tem previsão de crescer 0,34% em 2017. As reservas em moeda internacional somavam 379,224 bilhões de dólares em 17/07/2017. A inflação acumulada nos últimos 12 meses ficou em 3% (IPCA) e a meta do Governo para 2017 é de 4,50±1,5 p.p. A taxa básica de juros é de 10,25% ao ano e a remuneração em caderneta de poupança ficou em 0,589% ao mês.

29 de jun de 2017

Sociologia: 5ª aula do 2º bimestre - 2º ano do Ensino Médio.

As classes sociais em Marx: contradição e dialética
                Como vimos, Karl Marx (ver Perfil no capítulo 6) parte da relação entre proprietários e não proprietários dos meios de produção para caracterizar a formação das classes sociais e da sociedade capitalista. Para ele, essa divisão social é a primeira forma de divisão do trabalho: a divisão entre aqueles que produzem (os trabalhadores) e aqueles que se apropriam privadamente da produção (os proprietários).
               Segundo Marx, a dinâmica social capitalista está centrada na propriedade privada. Com base nela se constituem as classes sociais e todas as relações de troca. De um lado, estão aqueles que precisam vender sua força de trabalho, pois não têm as condições materiais para produzir sua subsistência. De outro, aqueles que compram a força de trabalho, na medida em que se apropriaram dos meios de produção, convertendo-os em sua propriedade privada. Para estruturar esse raciocínio, Marx pressupõe que a realidade das sociedades divididas em classes é contraditória e que, para analisar essa realidade contraditória, é necessário um método dialético.

21 de jun de 2017

Sociologia: 5ª aula do 2º bimestre - 3º ano do Ensino Médio.

Problemas da ação coletiva
               Lendo o item anterior, pode parecer fácil organizar um movimento social. Por exemplo, é óbvio que as mulheres são tratadas injustamente em diversas situações e têm interesses comuns. Logo, poderíamos concluir, é natural que elas se organizem para lutar por seus direitos. O mesmo pode ser dito sobre os trabalhadores pobres, os negros, os indígenas e tantos outros grupos discriminados.

19 de jun de 2017

Sociologia: 4ª aula do 2º bimestre - 2º ano do Ensino Médio.

 A estratificação social em Weber: classe, estamento e partido
            Para Weber (ver Perfil no capítulo 6), a vida em sociedade é caracterizada por situações assimétricas que estabelecem certos tipos de conflito social. As relações sociais contêm quantidades distintas de prestígio social, econômico e político que são distribuídas pela sociedade. Assim, as relações de desigualdade são sempre relações de pode.
        As ordens política, social e econômica são distintas, mas não completamente independentes umas das outras. Entretanto, cada uma delas exige um aparelho conceitual específico para ser analisada. É no indivíduo e em sua ação que se realiza a fusão dessas ordens. Segundo Weber, cada esfera da atividade social se constitui por relações de poder distintas, que podem ou não ser vinculadas entre si. Por isso, Weber estabelece conceitos diferentes para se referir a cada uma dessas situações.

6 de jun de 2017

Sociologia: 4ª aula do 2º bimestre - 3º ano do Ensino Médio. (Os movimentos sociais)

                É durante a luta pela cidadania que se formam os cidadãos. Os movimentos sociais foram — e são — fundamentais na tarefa de exigir do Estado o reconhecimento dos direitos que compõem a cidadania e para que os próprios cidadãos discutam entre si quais devem ser esses direitos.
                Chamamos de movimento social um grupo de pessoas que atua conjuntamente para transformar algum aspecto da sociedade. Os movimentos sociais são diferentes dos partidos políticos porque não procuram, necessariamente, conquistar o controle do Estado. Em outras épocas, os movimentos sociais atuaram de modo diferente. No dizer do sociólogo norte-americano Charles Tilly, em cada época os movimentos sociais têm um “repertório”, um conjunto de práticas utilizadas para reivindicar. No mundo contemporâneo, esse repertório inclui, entre outros recursos, campanhas na internet, protestos, passeatas e outras formas de atuação política independente da disputa pelo Estado.

5 de jun de 2017

Como dizem os intelectuais defensores da causa no Brasil.

          É sabido como se sabe que os escândalos já não escandalizam ninguém e que os jornais publiquem escândalos, para que as pessoas, que realizam escândalos, se vejam corroboradas e desculpadas. O golpista torpe gosta que se contem casos de grandes golpes de afortunados larápios para justificar entre os filhos a sua vida viciosa. Os petistas e tucanos de vida viciosa citam os vícios de ambos e de todos os povos numa acentuada manifestação de “cultura histórica”, e têm na ponta da língua longas descrições de fatos históricos. O lar que está às portas de desfazer-se, encontra, nos exemplos dos lares que se desfazem um apoio: “este não é o primeiro...”
Rebelião das Massas

Pacto Social: tomamos por agente político aquilo que na verdade é ciência política


Um grupo de pessoas tendo em vista conseguir a paz, e através disso sua própria conservação, criaram um homem artificial, ao qual chamamos Estado, assim também criaram um espaço artificial para a liberdade, delimitado pelas leis civis, as quais eles mesmos, mediante pactos mútuos, são forçados a respeitar. 
O Pacto tem uma ligação, feita por uma espécie de corda sonora, da boca de uns ao ouvido de outros. Aonde o número de sábio é relevante a boca da população está presa em umas das pontas dessa corda e na outra os ouvidos dos membros da assembleia. Quando esse número de sábios não é relevante a coisa se inverte, temos a boca dos membros da assembleia em uma das pontas e o ouvido da população na outra.

Sociologia: 3ª aula do 2º bimestre - 2º ano do Ensino Médio.

 Classe e estratificação social  
      O valor dos salários, o tipo de trabalho, os posicionamentos políticos e ideológicos, o fato de sermos ou não proprietários dos meios para produzir nossa subsistência, ou mesmo se vamos ao cinema ou lemos livros com frequência, se gostamos de ópera ou quantos televisores temos em casa, se nossa casa é própria ou alugada, todas essas questões, assim como muitas outras, podem ser utilizadas como referência para definir a que classe, estrato ou grupo social pertencemos.
         Quando vemos na tevê que o governo criou uma política de assistência social, quando ouvimos dizer que a renda de determinados indivíduos subiu ou lemos no jornal que a classe média aumentou em escala nacional nos últimos anos, estamos, mesmo sem perceber, nos informando sobre questões relacionadas à teoria das classes e à teoria da estratificação social.

30 de mai de 2017

Sociologia: 3ª aula do 2º bimestre - 3º ano do Ensino Médio.

A luta pela Cidadania
                Cidadania é a condição de ser reconhecido como membro de um grupo político (por exemplo, um Estado) e de ter os direitos e deveres resultantes dessa condição. Na definição da filósofa alemã Hannah Arendt (1906-1975), cidadania é “o direito de ter direitos”. Quando disse isso, Arendt pensava nas pessoas que foram expulsas de seus países durante a Segunda Guerra Mundial e, por isso, deixaram de ser reconhecidas como cidadãs de qualquer país: quem, nessa situação, poderia garantir os direitos dessas pessoas?
         Pense no que significa ser cidadão de um país (por exemplo, o Brasil). Significa ser, antes de tudo, reconhecido pelos brasileiros como cidadão, tanto quanto eles, e reconhecê-los como cidadãos, tanto quanto você. Se uma pessoa rica ou poderosa acha, por exemplo, que a lei não se aplica a ela, mas apenas aos mais pobres, essa pessoa está desrespeitando os princípios da cidadania.

26 de mai de 2017

Democracia dos notáveis: Zé do Burro diz que democracia boa é a das federais.

        De acordo com o parágrafo único do artigo 56 da LDB (Lei nº 9394 de 1996): em qualquer caso, os docentes ocuparão setenta por cento dos assentos em cada órgão colegiado e comissão, inclusive nos que tratarem da elaboração e modificações estatutárias e regimentais, bem como da escolha de dirigentes.
        Na prática só os professores podem escolher os gestores das universidades federais, técnicos educacionais e alunos não interferem nas eleições. É a democracia dos notáveis e o sonho de Zé do Burro, já que seja qual for o resultado, 70% do peso do voto seria, segundo o adjunto multipartidário, dos assessores políticos do PQP.
         Burro disse que a rale ficaria com 30% restante do peso do voto e justificou dizendo que as universidades estão dando um show de democracia, são elas que pensam o Brasil.
Chico de Oliveira 

Zé do Burro diz que sem os 'donos do PIB' lascou.

          O assessor da base aliada percebeu que o governo sem o único pilar de sustentação (os donos do PIB) pode sofrer um golpe.  
         Visivelmente nervoso, Zé do Burro tenta colocar o presidente goela abaixo dos donos do PIB. Diz ele: Temer é um presidente extremamente popular, que foi a primeira alternativa do "PT", do Lula e da Dilma.
         Só porque foi gravado por um empresário corrupto e traidor vocês não podem tirar nossa base de apoio, pois isso sempre foi assim (dinheiro para comprar apoio político). Eu e o Michelzinho merecemos mamar.   
         Nós não somos apegados aos cargos para manter foro privilegiado, estamos aqui pelo bem dos 14 milhões de desempregados, disse o adjunto multipartidário Zé do Burro.  
Chico de Oliveira

25 de mai de 2017

Sociologia: 2ª aula do 2º bimestre - 3º ano do Ensino Médio.

O Brasil e a Globalização

                A globalização apresenta para o Brasil desafios bastante difíceis. Com base nas aulas anteriores, podemos destacar três tipos principais de desafios:
       1. O Brasil, como os outros países democráticos, precisa lidar com a realidade de que seu governo tem menos controle sobre a economia do que já teve. O país tem, ainda, as dificuldades adicionais características de países de desenvolvimento médio, analisadas pelo pesquisador norte-americano Geoffrey Garrett (1958-). Os países mais pobres do mundo podem lucrar com a globalização oferecendo mão de obra barata, como fizeram China e Índia. Já os países mais ricos, como os Estados Unidos ou a Alemanha, podem aproveitar seu potencial de criação de tecnologia, sua população com grande qualificação educacional e suas instituições sólidas (um sistema legal ágil e transparente, baixa corrupção, leis que incentivam a atividade econômica, boas políticas sociais). Ora, o Brasil tem salários mais altos do que os da China e capacitação tecnológica e educacional menor do que a da Alemanha. Sendo assim, como podemos nos adaptar à globalização?

24 de mai de 2017

Senhores professores da Seduc MT

            Sinto que o Site Olhar Direto falta sistematicamente com a verdade, intencionalmente, prejudicando os professores da rede estadual de MT. Tal site diz em sua página que a decisão do sindicato dos profissionais da educação é ilegal, mas não esclarece os motivos que levaram a tal decisão.
            Vai aqui o que diz o Site Olhar Direto:
            A Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer (Seduc) entrará com uma ação na Justiça Estadual contra o Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sintep), para evitar que os alunos da rede estadual de Mato Grosso percam o ano letivo e tenham o ensino prejudicado em razão de uma deliberação ilegal do sindicato.
            A tal deliberação ilegal do sindicato foi dizer que o professor não trabalhasse 24 horas aulas na semana, pois o concurso é de 30 horas semanais e a Lei Federal nº 11738 de 16/07/2008 estabelece no máximo 2/3 de horas aulas, logo será 20 horas em sala semanalmente. No entanto, o Governo do Pedro Taques disse que os professores têm que trabalhar 24 horas semanais, sendo 4 horas no sábado.
            A questão é racional, aumentando o número de horas trabalhadas aumenta-se os salários proporcionalmente e para cada quatro horas trabalhadas em sala os professores deveriam receber o equivalente a 6 horas semanais.
            No entanto, o Olhar Direto acha que o aumento de horas trabalhadas sem aumento de salário é legal e ilegal é a recusa da diferença para mais do trabalho pelos profissionais da educação.  
            Estou estarrecido com o posicionamento de tal site em esconder a verdade, mas nós, profissionais da educação, deveríamos esclarecer os fatos. A sociedade merece a verdade escondida por essa corja que vive se financiando com o dinheiro do Estado.  
Chico de Oliveira 

18 de mai de 2017

Invasão política dos Bárbaros, grita Zé do Burro!

             O adjunto multipartidário (PT/PSDB/PMDB) está atarefado até o pescoço e disse que ele não aguenta mais essa perseguição da República de Curitiba.
            Disse que enquanto não mudarmos a política da tal República viveremos uma crise atrás de outra. Precisamos acreditar que é possível acabar com tal desmando.
           Zé do Burro concordou com os militantes petistas e repetiu que os de Curitiba são uns desavergonhados, como podem prender a irmã do senador, Andrea Neves, e o primo, Frederico Pacheco de Medeiros, porque receberam o dinheiro que o empresário Joesley Batista direcionou a Aécio. Queriam que recebêssemos o quê? Vale transporte?
            Vamos passar uma lista no Congresso para colher assinaturas de repudio a essa safadeza da Lava Jato. 
Chico de Oliveira

17 de mai de 2017

Zé do Burro veio a público dizer que Estado Mínimo só se for para a ralé.

         Depois de saber que o BNDES perdeu R$ 711 milhões com a JBS, Burro disse que o Estado no Brasil só precisa ser mínimo para a ralé (aquele que não gosta de política), mas para o Alto Clero esse Estado de ser máximo. Em sua tese, o adjunto multipartidário do PT e do PSDB, disse que eles sempre foram chegados da Bancada da Chupeta e remendou: quem não gosta de política é pobre.
         Contestado sobre a cessão graciosa de dinheiro público apontada pelos auditores do TCU para o JBS, Zé do Burro disse que seria graciosa se isso fosse cedido aos pobres. Ele ainda disse que a ralé já tem muitas graças na igreja e são os ricos que precisam de graças nesse Brasil igualmente correto.
Chico de Oliveira

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