24 de abr. de 2009

Fernando Gabeira diz

"A colocação em voto aberto da decisão que proíbe a parentes de parlamentares a utilização de passagens pagas pela Câmara vai mostrar quem é quem", afirmou o deputado Fernando Gabeira, que acentua que não pode haver recuo nesta decisão.
"Existe uma grande possibilidade no voto aberto de ser mantida a decisão, mas caso seja derrotada, este processo irá para o front da justiça, e inúmeras ações populares serão abertas em todo o país", avalia.
"Se este processo de transparência for numericamente derrotado, será apenas uma questão de tempo para que a sociedade tome à frente do processo e que finalmente se chegue à posição mais correta", conclui.


Fonte: Agência do Senado

23 de abr. de 2009

Fim do vestibular tira propaganda de Políticos

O ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou neste domingo que 2010 pode ser o último ano de vestibulares para ingressos de estudantes nas universidades públicas e privadas. O critério que passa a valer é o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Em entrevista ao repórter Demétrio Weber, publicada em O Globo, Haddad afirma que o novo exame enfraquecerá o sistema dos cursinhos pré-vestibulares, chamados por ele de "anomalia brasileira". Aposta que o Enem servirá para reestruturar o ensino médio. Os cursinhos, porém, começam também a se adaptar à novidade.
Além dos prefeitos de Cuiabá e de Rondonópolis, gestão Maggi também perde no marketing porque novo formato do Enem substitui o tradicional teste para ingresso às universidades públicas e privadas.
O fim do vestibular será um balde de água fria nas administrações dos prefeitos mato-grossenses Wilson Santos (PMDB), de Cuiabá, e de Zé do Pátio (PMDB), de Rondonópolis, assim como do governador Blairo Maggi (PR), que anunciou para este ano realização do MT Pré-Vestibular em 25 municípios. O Estado vai gastar R$ 4,9 milhões para efetivar o programa, por meio de um sistema telepresencial, para atender a 10 mil vestibulandos, que não são apenas carentes. As aulas são gratuitas.
Em Rondonópolis, Pátio colocou em prática o cursinho pré-vestibular, uma de suas principais promessas de campanha. O projeto já foi aprovado pela Câmara Municipal. Na Capital, o prefeito Wilson Santos implantou o Cuiabá-Vest desde 2005, logo no primeiro ano de sua administração. Como o programa deu certo e tem atraído milhares de estudantes a cada ano, Santos tem feito propaganda e tirado proveito político da situação
Agora, o Ministério da Educação vai mudar a forma de testar alunos de ensino médio que buscam espaço no terceiro grau. Na avaliação do ministro Haddad, "o mundo não trabalha com o conceito de cursinho pré-vestibular." Com o novo formato do Enem, surge junto outra forma de realização das provas, vindo a substituir o vestibular. Nesse caso, não haveria mais razão para os cursinhos pré-vestibulares, mantidos pelo governo estadual e pelas prefeituras de Cuiabá e de Rondonópolis.


Fonte: rdnews

Sustentabilidade Educacional

Sustentabilidade, se esta na estratégia da escola, essa estará blindada com a crise ética e social que assola o país.
O que os estabelecimentos de ensino fazem ou dizem fazer em prol do desenvolvimento social é o que dará sustentabilidade a uma melhora constante do próprio sistema educacional. As escolas formam os futuros cidadãos, ou seja, elas podem educar-los para que eles no futuro possam dar mais valor à educação. A grande maioria dos brasileiros passa por algum nível educacional e nesse momento é preciso falar da importância de uma boa educação e de quem tomas as decisões no campo educacional. É necessário informar aos alunos que com o futuro não se brinca e que condição melhores para as próximas gerações dependem de hoje.
Nas condições melhores para as próximas gerações encontram-se os futuros professores como agentes desencadeadores desse processo. Temos que fazer com que a população admire os profissionais da educação para que as melhores cabeças das faculdades possam trabalhar neste setor. Isso elevará a qualidade da educação em nosso país e todos sairão ganhando. Os políticos vão ser melhores, porque a população terá mais conhecimento e consciência para votar, e assim, o salário dos profissionais da educação será condizente com essa profissão. Um salário adequado dará sustentabilidade ao nível de qualidade educacional também adequado para o Brasil.
Sem essa visão não podemos mudar o pensamento dos políticos, que mantém 60% dos gestores educacionais indicados e muitas escolas com profissionais que ganham abaixo do piso salarial da categoria.

Autor: Chico de Oliveira

18 de abr. de 2009

É o fim do abuso de poder político?

Com a cassação do governador Jackson Lago (PDT) do Maranhão e a do ex-governador da Paraíba Cássio Cunha Lima (PSDB) somam-se dois governadores que perderam os mandatos em 2009. Será que esses eventos podem servir de exemplo para moralizar as eleições no Brasil?
A batalha dos que desejam tornar um inferno a vida desses políticos corruptos vem de longa data e rendeu, até agora, poucas vitórias realmente significativas. A população ainda não é bastante esclarecida para pesar essa decisão do TSE do Maranhão, mas fica evidente que a Justiça Eleitoral não compactua com atitudes semelhantes a dos cassados. A verdadeira Elite Brasileira (pessoas com conhecimento, apesar de não ter dinheiro) vê esses procedimentos, abuso de poder econômico em época de eleição, como um estorvo à necessidade de desenvolvimento social do país. Com os ministros do TSE abrindo caminho para se combater esses parasitas.
Os ministros do TSE já estão na frente dessa ofensiva. No entanto, o país precisa se conscientizar da importância do trabalho da Justiça Eleitoral. Precisamos firmar acordo com essa entidade para viabilizar um processo eleitoral compatível com a democracia. Entre para o grupo dos que já aderiram a possibilidade de viver em um país sério e declare apoio ao TSE.

Autor: Chico de Oliveira
Chicodeoliveira@yahoo.com.br

17 de abr. de 2009

O conto do vigário

A falta de ética que assola a política brasileira tem sido uma verdadeira mão na roda para certos gestores educacionais “indicados” pelo Governo. Não a desejam, é lógico, mas, já como ela faz parte da cultura política de nosso país, porque não usá-la para algo de seus próprios interesses? Eles (os pseudos-educadores) não desejam fazer coisa alguma com desastre ou sem desastre ético. Mas quem é o culpado? A causa e fenômeno que provoca essa crise social que assola o nosso país é conseqüência do sistema, segundo esses indicados do Governo. Muitos desses cabos eleitorais gostam de dizer que é igual ao servidor que entrou mediante concurso público e diz “eu sou de tal instituição”. Mas porque ele não é gestor na instituição em que é concursado, se são bons?
A crise educacional é verdadeira, real, massacrante e entorpecente, a qual assola o país dificultando a democracia do conhecimento de mundo para todos, a educação, ainda, é para poucos que podem pagar por ela, pois à do serviço público é mascarada por interesses dos “indicados”, ou seja, de interesse daqueles que estão no poder e ainda quer permanecer.
A nossa ignorância de quais atitudes tomar para realmente provocar mudanças, nos deixa com sensação de incapacidade. Encarar nossa responsabilidade no processo Já é um começo, mas a falta de consciência pode piorar ainda mais a situação.
Os políticos têm sua parcela de culpa sim, no entanto inocentar o modelo educacional é um verdadeiro conto do vigário. Tome como exemplo o nepotismo em Sinop e as indicações de servidores sem concursos em todo o Brasil, não se vê campanhas educacionais para combater isso. E o pior é ver falsos profissionais da educação desencorajando os outros que querem moralizar o Estado. Os indicados dizem “você não vai consertar o mundo sozinho” em vez de dizerem, nós indicados do Governo “não desejamos o conserto do mundo, não buscamos melhorá-lo”, é pura hipocrisia.
Pelo que dá para entender, o modelo educacional brasileiro não sabe, ou talvez não deseje, apontar caminhos e medidas que resolvam nossos problemas educacionais atuais e muitos se sentem a vontade para se eximirem da culpa.
E mesmo que os políticos sejam os culpados e queiram se redimir, o Brasil não vai melhorar sem uma mudança na forma de pensar de sua sociedade e, acredita-se, que essa mudança parte do sistema educacional e não dos políticos, porém se a educação não forma pessoas críticas-pensantes, como realmente irá acontecer essa mudança?

Autor: Chico de Oliveira
Chicodeoliveira@yahoo.com.br

16 de abr. de 2009

Informe Econômico

A Liquidez Internacional do Brasil no dia 15 de abril de 2009: US$ 202.229 milhões. A inflação nos últimos 12 meses fechou acumulada em 5,61%, sendo que a meta para 2009 é de 4,5% ± 2 p.p.
O salário mínimo deve atingir 506,50 a partir de janeiro de 2010. E o governo esta otimista com relação a economia, prevê um crescimento de 4,5%, para esse ano. No entanto, desde outubro de 2008 o Brasil vive na recessão.
Segundo o Governo Federal o dólar se manterá ao longo do ano na média de R$ 2,29, mas nesta (16/04/09) vale R$ 2,18, e o barril do petróleo será negociado pelo preço médio de US$ 56,06. A taxa básica de juros (Selic) registrará no ano que vem a média de 10,21%. Os ministros reafirmaram a crença de que a economia do país, este ano, crescerá 2%, apesar das projeções do mercado de que a taxa poderá ser negativa.
Paulo Bernardo anunciou que o governo enviará ao Congresso modificações na LDO de 2009, com redução do superávit primário do setor público (sobras em caixa antes do pagamento de juros da dívida pública). A ideia é reduzir o superávit global de 3,8% do produto interno bruto (PIB) para 2,5%. Percebe-se que o governo que gastar mais.

Fonte: Senado Federal

Ficha corrida de Percival:

----STF Recurso Ordinário em Mandado de Segurança Nº26624/2007 - Recorre da decisão que o tornou inelegível para o pleito de 2006, quando se elegeu deputado estadual. Processo oriundo do TSE (TSE Mandado de Segurança Nº3548/2006).
----TSE Recurso Ordinário Nº1207/2006 - Indeferiu o registro de candidatura do deputado, por irregularidades em sua prestação de contas do TCE-MT quando prefeito de Rondonópolis. O parlamentar recorreu ao STF (STF Agravo de Instrumento Nº648271/2007) mas teve o pedido negado em decisão do relator.
----TJ-MT Comarca de Rondonópolis Primeira Vara Fazenda Pública Improbidade Administrativa Nº449/2003 - É processado em ação civil pública código 289289 movida pelo Ministério Público.
----TJ-MT Comarca de Rondonópolis Primeira Vara Fazenda Pública Improbidade Administrativa Nº70/2003 - É processado em ação civil movida pelo Ministério Público.
----TJ-MT Comarca de Rondonópolis Primeira Vara Fazenda Pública Improbidade Administrativa Nº124/2003 - É processado em ação civil movida pelo Ministério Público.
----TJ-MT Comarca de Rondonópolis Primeira Vara Fazenda Pública Improbidade Administrativa Nº449/2003 - É processado em ação civil pública código 300168 movida pelo Ministério Público.
----TJ-MT Comarca de Rondonópolis Primeira Vara Fazenda Pública Improbidade Administrativa Nº209/2004 - É processado em ação civil pública movida pelo Ministério Público.
----TJ-MT Comarca de Rondonópolis Primeira Vara Fazenda Pública Improbidade Administrativa Nº240/2004 - É processado em ação civil pública movida pelo Ministério Público. O montante da ação é de R$ 117.779,22.
----TJ-MT Comarca de Rondonópolis Segunda Vara da Fazenda Pública Improbidade Administrativa Nº75/2007 - É processado em ação civil pública movida pelo Ministério Público, por irregularidades na contratação de empresa de propaganda.
----TJ-MT Comarca de Rondonópolis Segunda Vara da Fazenda Pública Improbidade Administrativa Nº116/2007 - É processado em ação civil pública movida pelo Ministério Público.
----TJ-MT Comarca de Rondonópolis Primeira Vara de Fazenda Pública Improbidade Administrativa Nº84/2007 - É processado em ação civil movida pelo Ministério Público.
----TJ-MT Comarca de Rondonópolis Segunda Vara da Fazenda Pública Improbidade Administrativa Nº116/2007 - É processado em ação civil movida pelo Ministério Público.

14 de abr. de 2009

O papel do gestor educacional

Os governos da atualidade, vem se surpreendendo dioturnamente com o "nível" intelectual de seus desafetos, principalmente, "os mais revoltosos".
Às vezes me pergunto: Como é que o povo aceita ser governado por analfabetos sem capacidade de raciocínio? Como aceitamos instituições que são criadas para fazer algo e faz justamente o contrário? Seria possível a viabilidade de um país sério com os atuais servidores comissionados do Estado? Lá no fundinho estão com medo da resposta – não se viabiliza uma sociedade séria e democrática com o nível de injustiça cometido em algumas instituições do Estado e, tão pouco, sem uma escola justa e liberal.
Segundo o SINESP (Sindicato dos Especialistas de Educação do Ensino Público de São Paulo) os gestores de escolas tem funções que exigem estabilidade e continuidade. Uma delas prevê que elem criem e promovam espaços de discussão coletiva e que garanta voz aos diversos interesses e segmentos que existem no interior da escola. Eles precisam, também, administrar conflitos, evitando e se antecipando aos possíveis confrontos.
O detentor do cargo não pode estar, portanto, ligado a interesses determinados e específicos de grupos. Tem que estar aberto para pensar e debater o futuro do país como meta. As escolas não são propriedades de determinados governos que estão no poder, como pensam alguns indicados.
Esse objetivo reforça a defesa de Chikó – que afirma que as escolas são um patrimônio coletivo e não devem servir aos interesses inconfessáveis de políticos mal intencionados. A defesa de uma escola apartidária e democrática é de interesse da coletividade e os profissionais da educação são pagos com o dinheiro do contribuinte para viabilizar esse sonho em todo Brasil.
Logo, Chikó faz aquilo que é de interesse da sociedade e não do governo. É realmente lamentável que alguns gestores educacionais pensem que os profissionais da educação devem defender os partidos que estão no poder.

Autor: Chico de Oliveira Técnico em Química da SECITEC/Sinop
chicodeoliveira@yahoo.com.br

3 de abr. de 2009

Apagão de Ciências na SECITEC/MT

O ensino de ciências na SECITEC/MT vive uma contradição. Por um lado, especialistas apontam a importância das ciências naturais para o país, trazendo-as para o Ensino Básico. Os alunos desse nível educacional, dizem, devem ter mais contato com as experiências científicas, segundo as Orientações Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (OCNEM, 2009). Por outro lado, o país vive o chamado “apagão docente” - um déficit cada vez mais crítico na formação de professores, liderado exatamente por disciplinas como física e química (MEC, 2008).

O estímulo ao ensino de ciências é uma política nacional nos países desenvolvidos e objeto de preocupação em muitas nações, informa o físico Ernst Hamburger, da Universidade de São Paulo (USP), renomado especialista em divulgação científica. Esta é uma tendência visível entre os meios de comunicação mais sensatos da sociedade, que ainda não foi percebido pelos gestores da SECITEC/MT.

No entanto, o laboratório da SECITEC/MT – Sinop não tem recursos nem para comprar uma simples lâmpada de microscópio, ou talvez os gestores e coordenadores não estejam interessados nesta área e, sendo assim, não se faz necessário viabilizar o funcionamento desse. O fato é que existem laboratórios de ciências no Estado sem apoio técnico e financeiro da secretaria que deveria cuidar da área de ciência e tecnologia deste. Desde janeiro de 2008, não aparece sequer um responsável técnico da SECITEC/MT na unidade de Sinop, sendo assim, é possível concluir que: ou eles não sabem da existência do laboratório desta escola, ou não se interessam por ciências.

Mas não podemos acreditar que as pessoas dessa Secretaria não gostem de ciência, logo existe a probabilidade de não saberem da existência deste laboratório.

A SECITEC/MT é uma instituição que está em contradição com o ensino, enquanto os países sérios procuram doutores e profissionais especializados para trabalharem na área de ciência e tecnologia, ela adota o critério da afinidade política para seu quadro de servidores. É lamentável, mas é a pura verdade. Nem a educação escapa do cabide de emprego.

Autor: Francisco Antonio de Oliveira Filho – Técnico em Química – SECITEC/Sinop

chicodeoliveira@yahoo.com.br

Recessão no Brasil

Desde outubros de 2008 o Brasil vive em recessão. O PIB neste mês foi de 3 trilhões e 705 milhões de reais, e em fevereiro de 2009 caiu para 2 trilhões, 948 bilhões e 783 milhões de reais. Ainda é preciso considerar a inflação, que não foi divulgada ainda na página do BC. A dívida líquida do setor público fechou o mês de fevereiro em 1 trilhões, 91 bilhões e 128 milhões de reais (37% do PBI) e a dívida externa em 146 bilhões e 268 milhões de reais (5,1% do PIB). As reservas internacionais somavam 202 bilhões e 331 milhões de dólares no dia 02/04/2009

Chico de Oliveira - SECITEC/Sinop

Fonte: Banco Central do Brasil

1 de abr. de 2009

O problema da sociedade

O problema da sociedade é que a escola não está engajada na formação de um país sério, que desvios éticos são normais nos meios educacionais e alguns membros ilustres da educação podem andar de mãos dadas com os larápios do erário.

O modelo de formação nacional não forma pessoas eticamente corretas e, pior ser correto nesse meio é algo inaceitável para os pares. E a tendência é uma formação centrada no caráter de políticos como Maluf ou Renan Calheiros, que provocam o colapso da ética no Brasil. Qual o pobre que não percebe o descaramento de alguns gestores do Estado? Estamos caminhando para uma crise social sem fim, os pobres vão começar a perceberem que estão sendo roubados.

Infelizmente essa crise não se conserta com bons exemplos. O problema é a estrutura social que favorece os maus feitores. Mas quem quer mudar isso? Para os corruptos empossados em cargos de natureza especial é melhor que tudo continue como estar.

Como chamar corruptos para reformar a educação? E o pior: quando a educação não tem valor, o povo pode desejar a ignorância. Este desejo é mantido para preservar os corruptos em seus cargos. O perigo é quando percebemos que os miseráveis estão tendo um desenvolvimento intelectual maior que os donos do poder.

Se bem que o Lula já deixou claro que aqui tem educação até demais. O problema dos corruptos é que cada vez há que ludibriar mais para esconder suas pilantragens e um bom modelo educacional pode descobrir a mentira.



Autor: Chico de Oliveira – Técnico em Química – SECITEC/Sinop

chicodeoliveira@yahoo.com.br

24 de mar. de 2009

O Modelo Educacional e o Nepotismo

A forma de ensino que pretende ser competente enfoca a administração da coisa pública, orienta os princípios que devem guiar a gestão das estâncias do poder público. Este tipo de educação, defendido pelos meios de comunicações inscritos, não é conivente com a existência de favoritismos sem critério, que privilegia algum indivíduos familiares de políticos, como acontece em nosso município.

A prática do Nepotismo viola o princípio constitucional da moralidade, uma vez que não permite a igualdade de condição de acesso aos cargos de naturezas especiais entre todos os cidadãos da Nação. E o Nepotismo só é bem visto entre os membros da população que são menos esclarecidos, já que este constitui prática não aceita em Estados Democráticos, como ficou claro na Súmula Vinculante nº13 de 2008, editada pelo Supremo Tribunal Federal. Democracia sugere tratamento igualitário e mesmas oportunidades a todos os cidadãos. É por isso que o voto de um parente do prefeito e o de um cidadão comum tem o mesmo “peso” na eleição municipal para os cargos de vereador e prefeito.

A escola precisa esclarecer que os executivos públicos são empregados do povo e que esses devem fazer a vontade da população. Mas se uma Santa vereadora indicar seu irmão para determinado cargo é a vontade da comunidade? O que os eleitores pensam sobre o Nepotismo? Seria a população contraria ou favorável a tal prática? A tal vereadora também é professora e partidária do Nepotismo, e, mais um peso pesado da educação aqui de Sinop (professor universitário) esta de aliança com esse procedimento, que para ele é natural.

Vejam bem, se até educadores estão de acordo com o Nepotismo porque que o prefeito de Sinop seria contra? Pois bem, o prefeito desta cidade não merece esses tipos de educadores, pois eles querem sempre emplacarem um parente nos cargos comissionados, mas não querem fazer aquilo que são pagos para fazer: informar o povo que o Nepotismo é vetado no setor público. Senhores educadores, comprometidos com o bem coletivo, vamos fazer uma campanha contra o Nepotismo em nossa cidade.


Autor: Francisco Antonio de Oliveira Filho – Técnico em Química – SECITEC/Sinop

chicodeoliveira@yahoo.com.br




17 de mar. de 2009

As imperfeições do modelo educacional

O nepotismo, e a afinidade são fundamentos que estiveram presente na origem de nossa civilização. E que a proibição dessas duas práticas foi o que permitiu o desenvolvimento de certas nações. Isso porque fica mais fácil o julgamento de pessoas, lesivas para o Estado, que não são parentes ou amigos de autoridades.
A contratação de agentes públicos por afinidade se transformou em um péssimo negócio para a sociedade e uma atitude eticamente incorreta para os administradores. Esse princípio, portanto, deve ceder ao princípio do mérito em beneficio de uma sociedade mais justa e funcional, com uma ordem social equilibrada. Daí Chikó ser absolutamente cético quanto a possibilidade de criarmos um Estado (ou escola), centrado no nepotismo e na afinidade, que nós tire da atual “crise social”. Competência administrativa e indicação política por afinidade são coisas opostas. A primeira não existe sem a eliminação da outra.
O atual estágio de desenvolvimento dos países mais justo não está centrado nas afinidades, como aqui no Brasil, mas sim na competência de seus gestores. No Brasil é preciso ter afinidade até para ganhar licitações e, isso, todos sabem, no entanto não fazemos absolutamente nada. Esses países tiveram que ver a afinidade com outros olhos, organizaram-se como nações que descartam a afinidade e adotaram o mérito, desenvolveram norma para a contratação de servidores comissionados e, a partir de então, progrediram rumo ao desenvolvimento.
Não existe a mínima possibilidade de transformarmos o Brasil em um país sério sem antes transformar o modelo educacional em algo melhor. Precisamos ser informados, pelas universidades e escolas, como construir um país sério. O modelo educacional (do qual as universidades fazem parte) tem o dever de ser favorável a igualdade entre todos e a adoção do méritos nos contratos dos gestores públicos – em beneficio do bem coletivo.

Autor: Francisco Antonio de Oliveira Filho – Técnico em Química – SECITEC/Sinop
chicodeoliveira@yahoo.com.br

9 de mar. de 2009

Chikó e os Formadores de Opinião

Nossas instituições de ensino são compostas de agentes destinados a formar opinião. Quando esses agentes são solicitados a emitir uma opinião, eles se comportam exatamente como o povão. São pessoas que obedecem, por completo, a lógica que guia o comportamento da sociedade brasileira. Não obstante, os intelectuais da educação possuem atributos extraordinários que não são exibidos por um baixo clero qualquer da população.

Mas o que distingue os intelectuais da educação do baixo clero da sociedade? Primeiro, é seu poder de enganar e seus interesses inconfessáveis. Eles precisam ludibriar o povo para que esse vote em seus políticos do coração, não podemos dizer que a indicação políticas é uma afronta a inteligência, porque os educadores não acham isso. Não podemos dizer que é sempre um cabo eleitoral que se envolve em roubalheira no Estado, não somos pagos para opinar e nem para informar, somos pagos, com o dinheiro do contribuinte, para sermos coniventes.

Segundo, o baixo clero não tem educação e os primeiros não desejam iluminar a visão da gentalha. Eles querem que os plebeus pensem de acordo com os interesses inconfessáveis dos donos da Cena, querem transformar o Brasil em um PMDB. Senhores, qual é o papel da educação e de seus membros mais ilustres? Ser defensor do Governo ou dos mais carentes da sociedade? Chikó que saber, mas ninguém vai informar. Não adianta dizer que é arrumar emprego no Estado para cabos eleitorais incompetentes. Querem ludibriar até Chikó.

Autor: Francisco Antonio de Oliveira Filho – Técnico em Química – SECITEC/Sinop

chicodeoliveira@yahoo.com.br

2 de mar. de 2009

Chicó e a Ordem estabelecida

Chicó é uma aberração do modelo que está perturbando a Ordem estabelecida. Os donos da cena dizem que Chico anda incitando os membros do modelo que eles querem padronizar.

Mas o que é a ordem estabelecida senhores? Do que depende tal Ordem senhores? A ordem vigente é aquela que diz senhores – o povo não deve conhecer seus direitos, o povo não deve conhecer a Constituição ou os códigos, os alunos não devem ser informados do que determina a Lei. Essa Ordem depende da falta de coragem daqueles que são pagos com o dinheiro do contribuinte para educar e informar o povo, tal Ordem depende daquilo que você escuta em sala de aula, ou seja, depende das informações que você adquire.

Exemplo: para manter a Ordem estabelecida os alunos da SECITEC/ Sinop não devem conhecer os artigos 5º e 206 da Constituição Federal, não devem conhecer a LDB, não devem conhecer o Decreto nº 1.137 e Chicó deve ser contido.

A elite auto-eleita acha-se portadora de uma forma superior de moralidade, que gente do quadro efetivo e eleito de forma democrática não é capaz de ter. São vistos pelos que não conhecem o processo com admiração, mas até Marcola do PCC se sentiu moralizado para falar dos 40 mil picaretas empregados no Governo Federal sem concurso. Ele ainda diz que é fruto de vossas consciências sociais.

Eles lamentam que Chicó seja um selvagem, no entanto acham perfeitamente aceitável não cumprirem o que determina a lei, querem que os alunos tenham um comportamento de manada, pregam a diversidade, mas adotam a padronização. Não estão a serviço da Educação, não estão a serviço do país, estão a serviço de um tal Secretário de Esporte (ou perdão Tatá do Esporte) e da manutenção da Ordem. Mas Chicó está disposto a perturbar a Ordem estabelecida pelos donos da cena.

Autor: Francisco Antonio de Oliveira Filho – SECITEC/Sinop

chicodeoliveira@yahoo.com.br

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