17 de mai. de 2020
22 de out. de 2019
Jogador do Jabaquara, Pestiado, é expulso por se recusar a fazer gol contra.
O jogo do campeonato brasileiro de desigualdade social, que vem acontecendo nos últimos 500 anos, teve o jogador Pestiado expulso na partido do Jabaquara (pobres) contra o São Paulo (ricos).
Os times são de classes sociais distintas, mas todos devem fazer gol na mesma barra com a justificativa que não existem distinções entre classes. O Jabaquara e o São Paulo devem fazer gol no lado do Jabaquara, mas com o time dos pobres fazendo gol contra e favorável ao São Paulo (time dos ricos).
Pestiado é um jogador do Jabaquara que entendeu a regra do jogo e se recusou a fazer gol contra, dizendo ele, que os pobres fazem gol no time dos ricos, que neste caso era o São Paulo. Isso já era motivo de sobra para a expulsão do marginal, mas a gota d`agua foi ele querer abrir os olhos dos companheiros de classe social (digo clube) para a situação da partida de privilégios sociais.
8 de out. de 2019
17 de jun. de 2019
Economia de mercado x sociedade de mercado
O debate está aberto e mobiliza as melhores cabeças do mundo. Foi aberto por Michael Sandel, professor de filosofia política de Harvard, escritor consagrado e um dos mais influentes intelectuais da atualidade.
Não, ele não é um comunista ou incentivador dos Black Blocs. E valoriza a livre iniciativa e o empreendedorismo. No entanto, notou um descompasso nas relações humanas contemporâneas.
Para Sandel, a economia de mercado é uma ferramenta valiosa e eficaz para organizar a atividade produtiva. Em paralelo, a sociedade de mercado é um “lugar” onde quase tudo pode ser posto à venda.
31 de mai. de 2019
Analfabeto de Cú – ralinho, com baixa renda, vê propaganda do governo e vai à justiça pedir direito de resposta para desmentir o aporofóbico.
Ao ver a propaganda da reforma da previdência do governo Bolsonaro, o analfabeto Pesteado, 45 anos, entrou com um pedido de direito de resposta para esclarecer que tudo que foi dito, na propaganda, pode ser mentira, já que não precisamos pagar a ninguém para contar a verdade.
O analfabeto disse que os ricos da sua cidade saíram pelas ruas em carreata e, dessa forma, desconfiou que o movimento não pode ser do seu interesse. Segundo Pesteado, que não sabe escrever nem o próprio nome, tinha até um membro da família Dóllar na Cueca defendendo a tal reforma. E ainda, segundo esse membro do baixo clero, no passado os antepassados de Cueca diziam que abolicionismo era um palavrão, igualzinho a palavra esquerdopata, que hoje é pejorativo.
Na manhã desta sexta - feira (31), a justiça negou o direito de resposta alegando que o analfabeto não tem condições intelectuais para saber o que é bom ou ruim para o povaréu. Segundo a Justiça e a extrema direita, bom para os desvalidos é o mesmo que é bom para a classe de cima da sociedade, justificou um dos membros do Tribunal da Injustiça em sua sentença. Outro membro do tribunal emendou: enquanto esses políticos não quiserem mexer na nossa lagosta “tá tudo certo”.
Chico de Oliveira
29 de mai. de 2019
Jumento de Caruaru
Em Caruaru (Pernambuco) tem um Jumento falante e metido a inteligente. Certo dia sai de férias e fui ver o tal Jumento.
Eu: seu Jumento fiquei sabendo que o senhor fala, é verdade?
Jumento: falo sim moço.
Eu: gostaria de falar com o senhor a respeito do presidente do Brasil.
Jumento: de política eu não falo.
Eu: mas, por que o senhor não fala de política?
Jumento: O senhor já viu algum jumento escolarizado?
Eu: não.
Jumento: Logo jumento não precisa de escola, certo?
27 de fev. de 2019
O Que se vê e o que não se vê (Frederic Bastiat "A lei" 1851)
------Na esfera econômica, um ato, um hábito, uma instituição, uma lei não geram somente um efeito, mas uma série de efeitos. Dentre esses, só o primeiro é imediato. Manifesta-se simultaneamente com a sua causa. É visível. Os outros só aparecem depois e não são visíveis. Podemo-nos dar por felizes se conseguirmos prevê-los.
Entre um bom e um mau economista existe uma diferença: um se detém no efeito que se vê; o outro leva em conta tanto o efeito que se vê quanto aqueles que se devem prever.
------E essa diferença é enorme, pois o que acontece quase sempre é que, quando a consequência imediata é favorável, as consequências posteriores são funestas e vice-versa. Daí se conclui que o mau economista, ao perseguir um pequeno benefício no presente, está gerando um grande mal no futuro. Já o verdadeiro bom economista, ao perseguir um grande benefício no futuro, corre o risco de provocar um pequeno mal no presente.
Entre um bom e um mau economista existe uma diferença: um se detém no efeito que se vê; o outro leva em conta tanto o efeito que se vê quanto aqueles que se devem prever.
------E essa diferença é enorme, pois o que acontece quase sempre é que, quando a consequência imediata é favorável, as consequências posteriores são funestas e vice-versa. Daí se conclui que o mau economista, ao perseguir um pequeno benefício no presente, está gerando um grande mal no futuro. Já o verdadeiro bom economista, ao perseguir um grande benefício no futuro, corre o risco de provocar um pequeno mal no presente.
17 de dez. de 2018
Os Personagens e os idiotas.
31 de jul. de 2018
‘A Escola Falida” por Marcos Rodrigues
Nos anos 60 e 70 do século XX a escola pública brasileira não era lugar para os mais humildes. Na verdade, preparava-se a classe média para uma posição intermediária entre os mais pobres e a elite nacional. Aqueles que concluíam o ginásio podiam se colocar em um escritório, um cargo de encarregado ou supervisor em uma fábrica, ou até mesmo a gerência de uma pequena empresa. O científico era garantia de uma posição de mais qualidade. Com certeza um cargo público no Banco do Brasil, uma posição de chefia em uma repartição de um ministério qualquer, o suboficialato nas forças armadas, ou ainda almejar a entrada em uma faculdade. O ensino era rigoroso e de qualidade. Os mais pobres eram descartados ainda no primário. Ainda que, concluir o primário já garantia alguma diferenciação profissional. Muitos se orgulhavam de tê-lo concluído.3 de jul. de 2018
24 de mai. de 2018
11 de mai. de 2018
5 de mar. de 2018
20 de fev. de 2018
Receita e despesas totais do Estado de Mato Grosso em 2018
A Receita total é estimada e a Despesa total para 2018 foram fixadas em valores iguais a R$ R$ 20.334.403.071 (vinte bilhões, trezentos e trinta e quatro milhões, quatrocentos e três mil e setenta e um reais). Já a Receita total de 2017 e a Despesa total, desse mesmo ano, foram fixadas em valores iguais a R$ 18.429.222.936 (dezoito bilhões, quatrocentos e vinte e nove milhões, duzentos e vinte e dois mil.
Isso representa um aumento de 10,3% nos valores da receita para o ano 2018, quando comparada com a receita de 2017, e sem o desconto da inflação do ano passado.
Fonte: Seplan-MT.
6 de nov. de 2017
Temas contemporâneos da sociologia (3ª aula – 2º ano, 4º bimestre)
Assim, a modernidade pode ser entendida como expressão de uma época histórica marcada por um discurso que privilegia as formas de conhecimento científico universais e totalizantes, ou seja, produtoras de interpretações teóricas abrangentes e homogeneizantes que procuram dar conta da história da humanidade como um todo.
O pós-modernismo, por outro lado, privilegia a diferença, a diversidade, a fragmentação, a indeterminação, e nesse sentido se insurge contra os discursos universalizantes e totalizantes da modernidade. Procura reconhecer as diferentes subjetividades, dando maior visibilidade a questões como gênero, raça, etnia, ambiente, sexo, questões territoriais, entre outras. Veja as fotos a seguir.
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